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Mostrando postagens com o rótulo Comportamento

Faz valer a pena

Há momentos que tu não controlas. Acontecimentos que não querias que acontecessem. Foiram inevitáveis. Parecia que tudo estava a dar errado. Nada estava a correr como desejavas, e por mais tentativas de força de vontade, a tua ansiedade, a pressão que colocaste em cima e o esquecimento de todo o reconhecimento que tinhas até então foi-se.  Deixaste de acreditar em ti, e levaste a pena para reflectires, a pena para descansares, a pena para te encontrares e aprenderes mais uma lição para o teu crescimento e construção.  Valoriza-te, acredita em ti, concentra-te no momento e não no depois. Surpreende-te, não tenhas medo do que vem aí. Deixa ir e aproveita a oportunidade para evoluíres, cresceres e amadureceres com a responsabilidade de ser tu.  Faz valer a pena.

Um incendiário.

Um incendiário trata-se de uma pessoa que provoca voluntariamente um incêndio. Vai pelo seu próprio pé, "pega num isqueiro e atira fogo a uma mata ..." Apesar de falado, e ser presente à justiça, quem não esteve na pele daquelas pessoas que foram prejudicadas não demonstra a gravidade dos acontecimentos, afinal não foi um ataque terrorista. É algo tão comum, ocorre todos os anos, é só mais um fogo com mais ou menos consequências.  O que é que leva alguém ir até a uma mata ou floresta e atirar-lhe fogo? Li vários artigos nos jornais da Internet e percebi que o tipo de vivências, doenças, drogas, álcool e situações pessoais das pessoas podem levar a sentirem prazer e não terem consciência dos danos causados. Na sua maioria são pessoas do sexo masculino, com baixa escolaridade, desempregados, com algum tipo de depressão, atraso mental ou dependência. Para além do prazer na atração do fogo que possam sentir, podem existir outros motivos, como recompensa em dinheiro, vingança, o…

Rutura de amizade.

A ideia do certo e do errado está uma confusão nas nossas cabeças. Usamos a força da razão no ponto de vista que nos faz sentir melhor. Para quê exercer uma força que ela não tem? Há valor nos princípios, ideais, crenças, mas a razão é pesada, pressupõem a diminuição do outro envolvido, resulta em falta de respeito e quebra de relações.  O redemoinho das internações faz recordar o passado e perceber o que mudou, a frieza que se instalou, a falta de paciência e o constante julgamento da atitude do outro. O clima fica tóxico, difícil  de lidar. Somos donos de nós, não somos donos uns dos outros. Diminui a tentativa de remediar a situação, as pessoas deixam de se ver, deixam de se ligar. Mas com toda a certeza, recordam o quão importantes foram na vida umas das outras, há momentos que tiveram lá. Sentir falta é o que pode renovar, e se o orgulho permitir, a união poderá voltar. .

Dispostos a ajudar ...

São apenas 11.50 da manhã e sei que o melhor do meu dia já ocorreu. Hoje tive oportunidade de assistir a uma boa ação. Alguns colegas da fabrica onde a minha mãe trabalha, decidiram reunir conjunto de alimentos e algum dinheiro juntamente com ela, para dar sem esperar receber, a uma colega que está a passar grandes dificuldades. Foram até casa dela, e encheram a cozinha de caixotes cheios de alimentos para que nos próximos meses não tenha que se preocupar e assim poupar algum dinheiro. Apenas ela trabalha na sua família e as poupanças que tinha tiveram que ser usadas num estrago que ocorreu. Foi incrível a humildade da senhora e das pessoas que ajudaram. No mundo muitas vezes ajudamos aqueles que não conhecemos, o sem abrigo na rua, uma associação, e que tal ajudarmos também aqueles que também conhecemos? Aprendi, foi bom...

Pensamentos coloridos.

Lidar com dramas não é fácil. A mente é mente porque mente, faz sentido? A minha maior luta nesta vida é lidar com as mentiras da minha mente. Mentiras que me stressam, que me dificultam a respiração e que principalmente por vezes falam tão alto dentro do meu crânio impedem-me de dormir. Quantas vezes já me aconteceu imaginar a situação três ou mais vezes pior do que é realmente. Criar discursos que depois não uso. Por vezes fico acanhada numa situação porque pensei demasiado nela e depois não uso os discursos que a mente criou. Acho que é geral, as vezes temos uma queda para pensar o pior. Imaginar a pior situação. Fazer filmes mais elaborados que um realizador de cinema.  Nestas situações tento usar uma estratégia que vim a saber que foi estudada 'Pensamentos Coloridos' e é real. Uso, mas não sabia que usava. Não vou explicar o que realmente aprendi nas aulas mas é o que eu gosto de chamar 'ver o lado positivo da coisa' com uma pitada de 'não vás por aí que já a…

Bullying

Não sei muito bem por onde começar. Reflecti muito sobre isto esta semana. Não sei que palavras vou usar. Enquanto vivi a minha vidinha esta semana ocupada com os meus trabalhos e testes, este país discutiu o Bullying. As noticias fizeram-se chegar nos pequenos tempos que parei na cozinha para fazer o meu jantar. Vi uma quantidade de videos de pessoas no youtube abordar este tema. A contar que já fizeram ou que já foram vitimas. Eu a ouvi-los, comecei a refletir se já alguma vez me tinha sentido assim.  A situação mais próxima que vive deste Bullying que se fala agora, foi quando estava no 9º ano, uma rapariga veio ter comigo, perguntar-me porque que tinha falado mal dela, eu na minha inocência dizia que não o fiz, e la deu-me uma chapada e começou a rir-se para os amigos. Entretanto percebi que ela o tinha feito a mais gente, e só veio ter comigo porque um dos amigos dela, não ia com a minha cara nem eu com a dele. Nesse dia, comecei a chorar perto da sala que ia ter aulas a seguir.…

Apenas conversar.

Hoje vim contar-vos um pouco da minha forma estranha de ser. Conheço algumas pessoas com estar forma de viver no mundo e confesso que tenho alguma dificuldade em lidar com elas por serem tão parecidas comigo, com as outras também, mas pronto. Chamo-lhe síndrome da escassez de palavras. Tenho dificuldade em falar com pessoas que falem muito e não sabem ouvir. Gente que gosta muito de falar, que tem assunto sobre tudo, mas só se quer fazer ouvir. Acabo por olhar para o horizonte e responder com poucas palavras monossilábicas. Algumas fazem-me sentir que o que estou a fizer não tem interesse nenhum. Se eu tento criar assunto com alguém e recebo desprezo vou deixar de ter vontade de interagir e comunicar com essa pessoa. Por vezes, tenho alguma vergonha de me mostrar, dá-me para medir as palavras, por não saber exactamente ideia que a pessoa tem de mim ou simplesmente por achar que essa pessoa tem uma ideia errada acerca deste ser, não me sinto à vontade com a pessoa e só me apetece fugi…

Ai a inveja.

Intitula-se como "Bullying" o ato de tratar mal, bater, fazer a vida de outra pessoa um inferno para beneficio próprio prejudicando alguém que se coloca como indefeso. E normalmente isto acontece no tempo da adolescência quando as pessoas estão a conhecer-se, não sabem exactamente do que são capazes e estão a criar os seus valores e princípios. A partir dos 18 anos perante a sociedade somos "adultos", meninos e meninas com responsabilidades próprias que não passam de bebés. A partir de uma certa idade é suposto as coisas deixar de acontecer. Com um ano e meio deixei a chupeta, com  onze deixei as bonecas, com dezoito em diante é suposto deixar de ter atitudes de maldade que às crianças pertence. Tenho vindo a reparar que antigamente o "Bullying" era bater para se achar e ficar visto pelos outros como superior. Agora, "Bullying" não passa de uma consequência da inveja de alguém. Aos olhos de alguns és simpático, gostam de ti, fazes um bom trabal…

Impor.

Lembro-me perfeitamente de escrever sobre  isto. Estava mal porque me provocaram e eu bloqueei sem saber o que dizer ou fazer. Jurei naquele dia que não voltaria a ficar por baixo de ninguém. E com pessoas próximas da minha idade isso não voltou acontecer. No entanto, quando se trata de pessoas que têm idade para ser meus pais o caso muda de figura. Não tenho por habito ser mal educada com pessoas que são uns bons anos mais velhas do que eu e nem sequer as conheço. Hoje pela primeira vez entrei no comboio sem tirar o bilhete, a estação estava cheia de gente, e demoro mais de duas horas a chegar a casa. Dirigi-me logo ao revisor sem esperar que ele viesse ter comigo. Tinha dinheiro, tudo comigo, mas como competente que é, só passado 3, 4 paragens da inicial é que começou a ver os bilhetes. Começou a ser rude com as pessoas, a querer que elas desviassem as bicicletas, inclusive, uma das pessoas que era dono da bicicleta estava um pouco afastado. Ele não estava a encontrar a pessoa e di…

Suicídio.

Todos os dias ouço na televisão e pela boca das pessoas que pessoas afastadas se mataram. Bem longe da minha mente nunca pensei muito nelas. Esta semana, um rapaz um pouco mais novo que eu suicidou-se. Nunca o conheci apesar de termos pessoas em comum. Não sabia da existência dele no mundo. Não conheço a sua história nem os motivos que o levaram a fazer isto.Surpreendentemente não vim aqui para o criticar ou para criticar as pessoas que conviviam com ele. A morte dele fez-me pensar na coragem que teve de o fazer e o nível de sofrimento que devia ter em si. Há momentos da nossa vida que batemos, choramos, partimos coisas tudo para tentar acalmar a raiva que sentimos. Existe um nível de sofrimento tão grande que todos estes escapes que nos deixem continuar vivos não permitam acalmar o sofrimento? Parece que sim. Talvez a morte seja a maneira mas alta de chamar atenção para cima de uma pessoa, mas essa pessoa não vai ficar cá para ver isso.Se estas a ler isto, e o teu objetivo é este. P…

Solidão no Hospital.

Eu não a conhecia. Mas fui das ultimas pessoas a estar perto dela. Vi nos olhos da enfermeira a tristeza de ver aquela senhora na cama sem ter nome para falar com ela. Perguntou se a conhecíamos e a minha tia só disse que a senhora era filha única e solteira. Já idosa sem família. Foi apenas um coração bom visita-la. Uma vizinha que a acolhia como família. Ver aquela realidade tocou-me. Hoje voltei ao hospital e a senhora já tinha morrido. Ela esteve no meu pensamento todos estes dias. Comecei a pensar que estes casos por vezes podem estar tão perto de nós e nem reparamos. Pensamos que só temos o dever de nos preocupar com a família chegada. Mas aquele tio-avó que nem sabes o nome pode precisar da tua mão. O teu vizinho de rua pode precisar das tuas palavras. Por vezes vou tão focada na minha vida que não dou conta que a realidade que por mim passa pode precisar da minha ajuda. A solidão pode terminar com a vida. A energia pode salva-la.

Fotografia & Autógrafo já.

Seres impossíveis de alcançar? Admirar o trabalho de alguém é extraordinariamente bonito. Apreciar, não invejar, ficar contente com o sucesso de alguém que nem sabe o teu nome, sorrir pelo seu desempenho no mundo, ficar feliz só pelo ato de observar e ouvir as palavras e os seus feitos, faz-te sentir bem. Ídolo é o nome que tu lhe dás. Canta bem, dança bem e ainda tem uma boa aparência, torna-se o alvo das tuas atenções. Crias por ele uma reacção de tanta admiração que se um dia tiveres oportunidade de estar com ele, queres tirar uma foto, pedir um autografo e fugires de ali por estares em pânico com a tua agitação. Não sabes o que lhe dizer e achas improvável um dia estarem sentados a conversar calmamente  sobre o teu ponto de vista sobre a sua vida e simplesmente impossível ele interessar-se pela tua vida. Porquê que somos assim? Não sei até que ponto as pessoas que só são abordadas porque querem com elas uma foto ou um autografo são felizes. Passamos por estas pessoas e mesmo não …

Defesa de sentimentos.

Uma amiga que me conhece bem o suficiente disse-me ontem aquilo que há tempos tenho vindo a pensar de mim: "... a tua cena não é mesmo ser querida ahaha, mas olha que és sempre, à tua maneira mas és." Com este tema vão ficar a conhecer-me tão bem que nem imaginam.  Eu não ando com uma armadura no coração mas talvez umas tábuas para o deixar controlado talvez. Já alguma vez se sentiram apaixonados? Aquela coisa de por a vontade da pessoa a vossa frente, ela dá-vos um sorriso e pensam que é amor? Aquilo de viver dependente do outro para ser feliz, aquilo de enviar uma mensagem e ela não me respondeu passado 2 segundos, já não gosta de ti? É verdade a paixão deixa as pessoas malucas, cheias de hormonas e adrenalina. Eu também já senti isso ao ponto de me sentir tão carente que não sabia comportar-me com uma pessoa decente. Uma dessas situações, o rapaz deu-me tantas esperanças que eu achava que ia mesmo resultar e estava disposta a isso, mas acabei por perceber que ele era ass…

Procura de beleza, aparência.

Não sou capaz de criticar este tema. É curioso a forma como nos relacionamos com o que é belo. O estereotipo varia com a cultura, a geração, a mente da pessoa talvez. Por exemplo a minha ainda fica num mundo a parte, normalmente se acho um rapaz bonito, as minhas amigas não o acham e vice-versa. O meu ensino básico foi marcado com a moda das calças abaixo do rabo, que atualmente é quase impensável achar isso bonito, mas eu lembro-me das minhas amigas apreciarem os rabos dos rapazes com as calças descidas, e dizerem que eram "bons" ou "maus" e eu ainda hoje não sei dizer se um rabo é bonito ou feio, é simplesmente um rabo, grande ou pequeno, é um rabo. Deixando os cuzinhos, a verdade é que a aparência das pessoas é importante, tiras sempre conclusões a partir do seu aspecto nos primeiros segundos de contacto, podem nem ser as mais acertadas, mas tiras. Achas agradável ou não. Normalmente ou a pessoa é muito bonita, e eu aí crio logo a ideia que é bonita, ou então p…

O barulho dos cegos.

A minha opinião racional diz que ser cego é a pior doença que se pode ter enquanto cá se habita. A ideia de não puder ver o mundo e as pessoas com quem interajo é assustador. Não saber se estão a sorrir para mim ou a fazer-me caretas ou simplesmente se me deixam a falar sozinha porque não estão a prestar atenção. Toda a ideia que tenho da cegueira é triste.  Entretanto tenho a plena noção que pessoas cegas, não são só cegas. A doença não é a pessoa, a doença é só uma mera característica que a pessoa usufrui  durante a vida terrena.  Hoje conheci um senhor mas ele não me conheceu a mim. No comboio enquanto eu estava aborrecida com a minha vida e a viagem que nunca mais acabava, estava um senhor em pé, acompanhado por uma senhora e um pau auxiliar de adaptação à vida.  Ao agarrar o barão para se segurar as primeiras palavras que ouço da boca dele foram: "Coitado estou a magoar uma pessoa." Chamou-me à atenção, olhei para os olhos dele que sorriam sem lhes ter conseguido ver a…

Miúda super feminina.

Olá, houve um empate, por isso escrevi sobre os dois temas votados. Bem, espero que gostem e que haja alguém que se identifique comigo. 
Eu gostava. Gostava de ser uma princesa. Acordar sem olheiras de manhã. Não ter o cabelo cheio de pontas espigadas. Usar sabrinas com uma saia em roda pelo joelho. Ter pele tão macia como um bebe. Usar saltos altos sem um deles ficar preso no chão.  Saber maquilhar-me sem me sentir de plástico. É gostava. Nunca me sujar. Deixar as sapatilhas de parte e não ter dores nos pés. Ter postura quando me sentar e sentir-me confortável ao mesmo tempo. Cruzar um joelho no outro sem me sentir a cair para o lado. Falar com uma mão levantada. Levantar o dedo mindinho quando pegar num copo (espera, isso já faço). Ter um olhar tão sedutor que não pareça que estou com dores de barriga.  A verdade é que sou tão preguiçosa que não tenho paciência para me sentir um modelo a seguir. Desde sempre que me dão menos idade do que aquilo que tenho, porque me visto demasiado …

Espalhar ou ser um túmulo? - Coscuvilhice.

De linguarudo a lábios selados, onde te encontras? Até que ponto é que queres saber da vida que não vives? Vives por ti ou estas de olhos postos no resto da população? ...
Num reflexão geral estou quase sempre à parte da vida dos outros, só sei as coisas se me aparecerem a frente dos olhos nas redes sociais ou cara a cara ou se alguém me disser ao ouvido. Não vivo a querer saber o que estas a fazer agora. Admito que quando me sinto minimamente apaixonada percorro tudo a querer saber da vida da pessoa, verdade ou mentira que também já o fizeste? Estamos num tema de reflexão moral. Nunca conheci ninguém verdadeiramente coscuvilheiro, só nos filmes. Na vida real quase que concluo que isso não existe... Depois começo a refletir e percebo que conheço uma pessoa ou duas. Pessoas que querem saber da vida alheia e comentam como se fossem uma pessoas perfeitas. Pessoas que falam contigo na paz e depois vão ter com outras pessoas comentar aquilo que descobriram sobre ti e não te disseram. Aque…

Guardar um segredo.

Olá, tivemos um empate, por isso decidi escrever sobre os dois temas votados.


Desde cedo tive situações na minha vida que me levaram a salvaguardar-me, principalmente no que tocava ao meu corpo. As crianças da minha idade faziam-me perguntas sobre o porquê de ter aquele risco no braço e eu comecei a mante-lo em segredo. Tapava o mais que podia, cruzava os braços, punha pulseiras, tudo para não voltar a ouvir aquelas perguntas que me faziam sentir diferente. E hoje em dia, sem pensar, continuo a fazer o mesmo, já é instintivo mas importo-me muito menos. Um segredo é isso, algo que incomoda e não queremos que as pessoas saibam, porque nos envergonha ou faz-nos sentir mal. A quem é que os conto? A quem me faz sentir que não se importa. Eu aprendi a guardar os meus segredos e depois a guardar o dos outros. Ser uma pessoa confiável é difícil. Eu para confiar numa pessoa demoro tempos de vida, ela tem que mostrar que é capaz e para isso eu tenho que conhece-la perfeitamente. Saber o bom e o…

Insegurança (2)

Já cheguei a escrever sobre este tema, vejam também:  http://o-segredo-do-pensamento.blogspot.pt/2013/01/inseguranca.html (falo sobre a insegurança que sentia em aproximar-me do rapaz que me sentia atraída na altura). 
Já te sentiste assim. Raramente te sentes confortável até. É por isso que contas pelos dedos o numero de pessoas que são tuas amigas. O numero de pessoas que te sentes realmente seguro. Somos inseguros por natureza e quando nos sentimos desconfortáveis podemos fugir, amuar, ou simples gritar para esconder o desconforto. Somos difíceis.  Complicamos tudo. "Quem me dera que isto me acontecesse" Frase típica do adulto e do adolescente que tem receio em avançar.   Só existe uma cura para insegurança, não se compra nas farmácias. A atitude e a coragem ajuda, mas o que realmente cura é a falta de pensamento. Os loucos são os mais felizes. Pensar menos leva a relaxar e avançar. 
Muito muito obrigada a quem votou (: 
Enquanto escrevia ouvi: The Smashing Pumpkins Imagem: T…

Cela Cerebral

Acordas e o mundo é teu. Podes levantar-te e tocar na campainha do vizinho do lado e convida-lo para tomar o pequeno almoço contigo. Podes ir correr de pijama, mas há uma regra que diz que não, não é? Pois é, mas continuas com a oportunidade de sair de entre as paredes que estas habituado.  Fechados num globo é verdade contudo alguns de nós já respiram fora dele. E tu continuas aí a criar limitações com base no medo e na preguiça de inovar a sociedade. És tão livre que a primeira coisa que pensas antes de agir é o medo. Não tens medo do que pode acontecer, tens é o medo de tu próprio não seres capaz de corresponder as expectativas que sonhas todos os dias antes de adormecer. É para isso que serve os sonhos, para te imaginares a viver a situação, porque sabes que nunca vais ser capaz, visto que a preguiça e falta de coragem fala mais alto. A insegurança é maior que tu. Tens que conviver contigo toda a tua vida, exiges liberdade perante os outros, mas não te libertas.  Quanto mais esta…