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Portas.

O destino abre as portas e eu não as sei aproveitar. Consigo ser corajosa em mil coisas, não tenho problemas em pedir informações a desconhecidos, não me importo de apresentar trabalhos a frente da turma, não tenho receio de nada disso, desde que essas pessoas que estou a falar não sejam de alguma forma especiais para mim.
Ao longo da minha vida, tive oportunidade de fazer amizade com x e y, pessoas que eu desejava imenso ter na minha vida e acabei por estragar tudo. Começando a afastar-me para conseguir controlar as minhas emoções. Olho para essas pessoas de uma forma especial.
A noite quando me imagino a falar com essas pessoas, consigo ser frontal e tudo corre bem, mas não passa da imaginação.
Este ano tenho oportunidade de falar com a pessoa y, mas provavelmente não vai acontecer. Não tenho auto estima suficiente para ser eu a dar o primeiro passo.
Talvez porque já me desiludi com outras pessoas anteriormente, não sei.

Conhece-te.

Faz perguntas a ti mesmo e luta por aquilo que acreditas. Vivemos desde pequenos cheios de riqueza... Nunca nos faltou nada... e agora?
Agora, estas a crescer e sentes dificuldade em entender: a falta de atenção,a destruição mundial,a morte, a culpa, a inveja, e tudo porquê?
Porque eras criança, tranquila e traquina é verdade, mas ingénua, sem noção da realidade.
Na minha opinião conhecemos os outros, mas não a nós mesmos. Não sabemos do que somos capazes... Andamos perdidos. Tudo que faziam por ti, aos poucos deixam de fazer.
Conheceste bem? És supersticioso/a? Se tivesses milionário/a o que faria pelo mundo? Que tipo de amigo/a és? Deixaste dominar pela inveja? Até que ponto és de confiança? Sabes fazer-te respeitar?
Acho que a única maneira de conseguirmos mudar a realidade, passa primeiro por saber quem somos.
Aí sim podemos ter moral. Conhece-te.

Mentiras.

Já reparam que o ser humano é um ser fixe, que quando mente parece que há um sinal que diz que o está a fazer? Em toda a minha vida nunca fui alvo de grandes mentiras, nem nunca menti de algo muito grave. Na minha mente, mentir consiste em dizer algo que não é verdadeiro para não prejudicar o próximo ou para não me prejudicar. No meu caso, utilizo mais a mentira para fazer surpresas e coisas simpáticas para os outros, é uma mentira saudável. Existem pessoas que não perdoam a mentira... Eu tendo em consideração que a pessoa que me mentiu fez-lo para o meu bem não a censuro, talvez porque nunca me mentiram nada muito grave, talvez porque não fui alvo de nenhuma mentira verdadeiramente imperdoável. O que é certo é que quando minto não me sinto bem e acabo por dizer depois a verdade. Acho mais grave mentir para não me prejudicar, visto que, há consequências, no pior dos casos prejudicar outra pessoa. Mentir para não nos prejudicarmos é estúpido, na minha opinião não devemos ter "ver…

Maior Qualidade ?

Todos temos qualidades e defeitos, mas quando nos questionamos sobre isso, chegamos a conclusão que somos simpáticos e divertidos. Todos nós, não com toda a gente, mas isso é como tudo na vida. Agora perguntar uma qualidade, qualidade diferente, que nos torne diferentes, especiais de alguma forma, esta qualidade é complicada de encontrar. A tal de maior qualidade.  Uma qualidade é algo que nos beneficia com os outras pessoas.  Sempre quis escrever sobre este tema , mas até hoje não conhecia nenhuma qualidade em mim acima da simpática e divertida. Decidi fazer de jornalista e cheguei ao pé do meu pai e perguntei: Qual é a minha maior qualidade?  E ele respondeu: A tua maior qualidade é perceberes que as vezes estás errada e tens a capacidade de mudar e remediar as coisas.  Fiquei em choque. Talvez ele tivesse razão, eu estou errada tantas vezes ao dia e percebo isso, que talvez por usar esta qualidade tantas vezes seja a maior e a que mais se distingue aos olhos dele. Até hoje em mim …

Perguntas a mim mesma :)

* Para passar um pouco do tempo desta tarde no sofá decidi responder a umas perguntas!

1. Cidade ou Campo?
Prefiro cidade, sou uma menina da cidade com origens no campo. Gosto do campo mas por um curto período de tempo.
2. Cor preferida? 
Azul.
3. Bebida? Comida? 
Nesta é mais fácil dizer o que não gosto.
4. País? Continente?
Cabo verde, porque sim. Em continentes não tenho preferência, adorava visitar todos.
5. Praia ou Piscina? 
Praia, adoro tudo que tenha haver com praia, e detesto tudo que tenha haver com piscinas publicas no verão. Sou um bocadinho alérgica a relva.
6. Desporto?
Ténis, não dou uma para a caixa, mas adoro.
7. Musica...
Em termos de música não sou esquisita no estilo, sou bastante versátil, no entanto necessito que o vocalista tenha uma boa voz.
8. Uma boa conversa...
Comigo acontece quando sinto que posso dizer o que quiser que não vou ser julgada.
9. Se ganhasse 300.000€
Doava  um quarto do dinheiro a uma instituição. Usa outra parte para comprar uma casa, com muito terr…

Reforma Satisfatória.

Não me imagino com 70 anos, devo ser um pouco mais pequena do que sou agora (dizem que as pessoas mingam), com uns cabelos brancos, a usar todos os dias creme anti rogas. Devo viver num sitio provavelmente diferente numa ilha. De um dia para o outro decidi voltar a esta pequena vila, e rever as minhas origens. Entrei no apartamento que herdei. Um pouco velho, mas com tudo no sitio. O chão um pouco levantado e o pó por todo lado. As telas que pintem em jovem ainda estão no sitio, cheias de cores e criatividade. Andei um pouco mais e encontrei a minha cama.  A cama que sonhava todas as noites em crescer, em atingir um futuro. A cama em que lia todos aqueles livros e escrevia aqueles diários de verão. Procurei, mas não encontrei, onde será que estavam aquelas folhas soltas que escrevia a desabafar? Ninguém sabia, só eu, onde estavam escondidas. Encontrei-as no meio das cassetes do tempo dos réis. E a caixa onde guardava todas as cartas e coisas especiais que fui recebendo? Também lá est…

Problema.

« Quer dizer, estava e não estava numa porção de coisas. Era como se estivesse a meio de caminha a tudo... ou como um pé num lado e o outro noutro. »Tenho a necessidade de perceber o que sinto. Nas ultimas horas andava perdida nos meus pensamentos a tentar perceber o que mudou em mim, a forma como me comporto e a minha opinião. Sem conversar com ninguém quis encontrar a resposta. E o sinal é que encontrei. Num livro que li hoje, a rapariga dizia aquelas palavras. Ao ler, imediatamente identifiquei-me e percebi que aquele também era o meu problema. Na minha vida estou e não estou nas coisas. Não me dou a 100 % a nada e acho que é por isso que não tiro grandes resultados das ações. Faço, começo, crio, mas rapidamente me canso. A fazer isto na minha vida, acabei por me habituar a não ter nada por inteiro. A ser insegura e a concretizar os meus objetivos por um curto período de tempo sem avançar mais. Não sei como vou fazer para tentar contrariar esta minha característica. O certo é que…