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50 factos sobre mim em 2013.

1. Aproximei-me imenso da minha avó paterna.
2. Comi mais chocolate que nunca.
3. Ando com as unhas das mãos pintadas.
4. Aprendi a "nadar".
5. Consegui tirar 18 e 19 em testes em química, biologia e matemática.
6. Continuo preguiçosa.
7. Não gosto de lavar a loiça.
8. Tenho o constante desejo de comer amendoins com sal.
9. Toda a minha vida fui da turma A, este ano fui parar a E.
10. Continuo desarrumada.
11. Já vejo filmes com legendas, aprendi controlar o sono.
12. Já não me importa agradar a toda a gente.
13. Quando entro na cozinha sem consciência vou direta ao frigorífico.
14. Os meus dotes culinários só são bons em fritos e grelhados.
15. Num casamento fiquei com o ramo da noiva.
16. Não houve um dia que usasse saia.
17. Não saio de casa sem tomar banho.
18. Andei de cavalo.
19. Fui submetida a uma cirurgia.
20. Tive um cão, o Pepe.
21. Ofereceram-me um peixe, o Sapo.
22. Tornei-me uma profissional a conduzir a mota do meu pai, com ele sentado atrás, caso contrario ac…

Amor

Efectivamente somos difíceis. Olhamos para a vida com a tentativa de ter certezas. Percebemos que não a temos. E desistimos, é quase a base de ser adolescente.
"Como é que conseguem?" era a minha questão. Como é que conseguem ter onze , vinte e quatro, cinquenta e dois anos juntos? Não preciso de estar a falar em casamentos. Simplesmente juntos, unidos pelo sentimento, pelo coração. Quer como amigos quer como namorados.
Não sei, mas achava estranho, como é que o "amor" permanece. Tudo parece ter tempo limitado.
 Isto porque, eu realmente nunca soube o que era o amor. A palavra amar tornou-se uma banalidade que na minha cabeça não era mais do que sentir borboletas na barriga. Confundir o gostar, o apaixonar, com o amar.
Para eu gostar de alguém é fácil, basta ter atenção dessa pessoa, preciso de sentir que ela de alguma forma se importa com a minha existência. Depois a parte dos meu cérebro parvo cria a história até aos netos, tirando-me o sono. As hormonas oferece…

16 horas.

Trapalhona é assim que me descrevo.
Não sei que tamanho vai ter este texto, mas se queres saber o que se passa dentro de mim podes continuar a ler.

Em toda a minha vida tive problemas de auto-estima, problemas esses me afetam a nível social como "académico". Fazem parte de mim.
Há muitas de pessoas que me deixaram de falar, umas porque nunca gostaram de mim, outras porque se desiludiram comigo, outras porque acham que os feitios não se unem. Eu compreendo, porque não sou uma peça facil, não sou simpática para toda a gente, faço um esforço gigante para me dar com pessoas que têm os defeitos que mais me desagradam e desisto lentamente de quem desiste de mim.
Até os meus 14, 15 anos poucas pessoas conheciam o meu lado divertido e sem vergonha, sempre fui fechada, deixava-me ficar no meu canto, quando me atacavam não me defendia. E isto reflete-se muito naquilo que sou hoje. Hoje, já sou capaz de responder a quem me provoca e não guardo tudo para mim, mas não a 100%.
Existe um …

Portas.

O destino abre as portas e eu não as sei aproveitar. Consigo ser corajosa em mil coisas, não tenho problemas em pedir informações a desconhecidos, não me importo de apresentar trabalhos a frente da turma, não tenho receio de nada disso, desde que essas pessoas que estou a falar não sejam de alguma forma especiais para mim.
Ao longo da minha vida, tive oportunidade de fazer amizade com x e y, pessoas que eu desejava imenso ter na minha vida e acabei por estragar tudo. Começando a afastar-me para conseguir controlar as minhas emoções. Olho para essas pessoas de uma forma especial.
A noite quando me imagino a falar com essas pessoas, consigo ser frontal e tudo corre bem, mas não passa da imaginação.
Este ano tenho oportunidade de falar com a pessoa y, mas provavelmente não vai acontecer. Não tenho auto estima suficiente para ser eu a dar o primeiro passo.
Talvez porque já me desiludi com outras pessoas anteriormente, não sei.

Conhece-te.

Faz perguntas a ti mesmo e luta por aquilo que acreditas. Vivemos desde pequenos cheios de riqueza... Nunca nos faltou nada... e agora?
Agora, estas a crescer e sentes dificuldade em entender: a falta de atenção,a destruição mundial,a morte, a culpa, a inveja, e tudo porquê?
Porque eras criança, tranquila e traquina é verdade, mas ingénua, sem noção da realidade.
Na minha opinião conhecemos os outros, mas não a nós mesmos. Não sabemos do que somos capazes... Andamos perdidos. Tudo que faziam por ti, aos poucos deixam de fazer.
Conheceste bem? És supersticioso/a? Se tivesses milionário/a o que faria pelo mundo? Que tipo de amigo/a és? Deixaste dominar pela inveja? Até que ponto és de confiança? Sabes fazer-te respeitar?
Acho que a única maneira de conseguirmos mudar a realidade, passa primeiro por saber quem somos.
Aí sim podemos ter moral. Conhece-te.

Mentiras.

Já reparam que o ser humano é um ser fixe, que quando mente parece que há um sinal que diz que o está a fazer? Em toda a minha vida nunca fui alvo de grandes mentiras, nem nunca menti de algo muito grave. Na minha mente, mentir consiste em dizer algo que não é verdadeiro para não prejudicar o próximo ou para não me prejudicar. No meu caso, utilizo mais a mentira para fazer surpresas e coisas simpáticas para os outros, é uma mentira saudável. Existem pessoas que não perdoam a mentira... Eu tendo em consideração que a pessoa que me mentiu fez-lo para o meu bem não a censuro, talvez porque nunca me mentiram nada muito grave, talvez porque não fui alvo de nenhuma mentira verdadeiramente imperdoável. O que é certo é que quando minto não me sinto bem e acabo por dizer depois a verdade. Acho mais grave mentir para não me prejudicar, visto que, há consequências, no pior dos casos prejudicar outra pessoa. Mentir para não nos prejudicarmos é estúpido, na minha opinião não devemos ter "ver…

Maior Qualidade ?

Todos temos qualidades e defeitos, mas quando nos questionamos sobre isso, chegamos a conclusão que somos simpáticos e divertidos. Todos nós, não com toda a gente, mas isso é como tudo na vida. Agora perguntar uma qualidade, qualidade diferente, que nos torne diferentes, especiais de alguma forma, esta qualidade é complicada de encontrar. A tal de maior qualidade.  Uma qualidade é algo que nos beneficia com os outras pessoas.  Sempre quis escrever sobre este tema , mas até hoje não conhecia nenhuma qualidade em mim acima da simpática e divertida. Decidi fazer de jornalista e cheguei ao pé do meu pai e perguntei: Qual é a minha maior qualidade?  E ele respondeu: A tua maior qualidade é perceberes que as vezes estás errada e tens a capacidade de mudar e remediar as coisas.  Fiquei em choque. Talvez ele tivesse razão, eu estou errada tantas vezes ao dia e percebo isso, que talvez por usar esta qualidade tantas vezes seja a maior e a que mais se distingue aos olhos dele. Até hoje em mim …