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Sexta à noite #1

Desde pequena fui habituada a passar algum tempo sozinha, tempo esse que me ajuda a por as ideias no lugar e a reflectir sobre o acontece na minha vida.
Como por vezes estou sozinha à sexta à noite, passo este inicio de fim de semana sozinha, por isso, decidi criar uma nova "rubrica" no blogue, Sexta à noite. (que original Catarina)
Pensamentos, segredos, maluquices, dúvidas, o decorrer da minha semana, o que me lembrar.



Ouvi algures que uma mulher só fica realizada na vida quando plantar uma árvore, escrever um livro e tiver um filho. Acho surpreendente, porque há muitas mais situações em que uma mulher se pode tornar realizada. E o homem? Também terá três tarefas definidas para ser realizado? Desconheço, mas talvez sim.
Todavia, hoje queria focar-me no tema "escrever um livro".
Material: Imaginação, Cultura, Tempo, Caneta, Papel, Vontade, Criatividade ...
Procedimento? Não sei. Ando a pensar nisto a tanto tempo. Na escola somos treinados para escrever textos ar…

Sim ou não?

Tenho dado por mim a pensar nas exigências que faço as pessoas sem elas se aperceberem.
Dizem que sou demasiado amável, sei dizer sim. Muitas vezes sim. Quando considero as pessoas importantes para mim, especiais, minhas amigas, eu vou dizer que sim ao
que elas pedem, eu vou por a vontade delas à frente da minha.
Mal sabem elas que quando sou eu a pedir alguma coisa e as pessoas me dizem não, eu vou levar aquele não a peito, porque vou-me lembrar que se fosse ao contrário, eu diria que sim.
Apesar de compreender, faz-me imensa confusão as pessoas que põem as vontades delas a frente de tudo e de todos. Demasiado inocente, demasiado menina sensível? Sim sou.
Criam-se aqui três problemas. Primeiro, as pessoas sabem que têm de mim o que querem, podem usar-me. O que me leva ao segundo, a minha vez de perguntar sim ou não, se a pessoa responder algumas vezes com um não, eu vou caracterizar a pessoa com fenótipo menos bom aos meus olhos, que me dirige ao terceiro problema, na próxima vez eu…

Tudo sobre mim!

Com 12 anos escrevi num caderno as coisas que me caracterizavam. Acabei de o encontrar. Vou partilhar aqui as minhas respostas e partilhar como responderia atualmente.

Com 12 anos:
A minha cor preferida: Vermelho
O meu número da sorte: 3,7
A minha comida favorita: Pizza
O melhor filme de sempre: " Casa assombrada 2 " ( confesso que não me recordo do filme atualmente.)
Aquela Canção: JustGirls
A melhor hora do dia: Quando chego a casa.
O ator mais giro: Brad Pitt.
A atriz com mais estilo: Angeline Jolie.
O meu site preferido: Hi5, travian, habbo.
A serie que nunca perco: Morangos com açúcar.
O meu pior defeito: Sou as vezes chatinha.
A minha maior qualidade: Ser amável (devia de ir para comediante)
O meu grande objetivo: Ter sempre positiva nos testes.
A minha viagem de sonho: Paris (concretizei)
A melhor estação do ano: Inverno, Verão.

Atualmente, com 17 anos e no primeiro dia do ano 2014:
A minha cor preferida: Azul
O meu número da sorte: 6
A minha comida favorita: Arroz d…

50 factos sobre mim em 2013.

1. Aproximei-me imenso da minha avó paterna.
2. Comi mais chocolate que nunca.
3. Ando com as unhas das mãos pintadas.
4. Aprendi a "nadar".
5. Consegui tirar 18 e 19 em testes em química, biologia e matemática.
6. Continuo preguiçosa.
7. Não gosto de lavar a loiça.
8. Tenho o constante desejo de comer amendoins com sal.
9. Toda a minha vida fui da turma A, este ano fui parar a E.
10. Continuo desarrumada.
11. Já vejo filmes com legendas, aprendi controlar o sono.
12. Já não me importa agradar a toda a gente.
13. Quando entro na cozinha sem consciência vou direta ao frigorífico.
14. Os meus dotes culinários só são bons em fritos e grelhados.
15. Num casamento fiquei com o ramo da noiva.
16. Não houve um dia que usasse saia.
17. Não saio de casa sem tomar banho.
18. Andei de cavalo.
19. Fui submetida a uma cirurgia.
20. Tive um cão, o Pepe.
21. Ofereceram-me um peixe, o Sapo.
22. Tornei-me uma profissional a conduzir a mota do meu pai, com ele sentado atrás, caso contrario ac…

Amor

Efectivamente somos difíceis. Olhamos para a vida com a tentativa de ter certezas. Percebemos que não a temos. E desistimos, é quase a base de ser adolescente.
"Como é que conseguem?" era a minha questão. Como é que conseguem ter onze , vinte e quatro, cinquenta e dois anos juntos? Não preciso de estar a falar em casamentos. Simplesmente juntos, unidos pelo sentimento, pelo coração. Quer como amigos quer como namorados.
Não sei, mas achava estranho, como é que o "amor" permanece. Tudo parece ter tempo limitado.
 Isto porque, eu realmente nunca soube o que era o amor. A palavra amar tornou-se uma banalidade que na minha cabeça não era mais do que sentir borboletas na barriga. Confundir o gostar, o apaixonar, com o amar.
Para eu gostar de alguém é fácil, basta ter atenção dessa pessoa, preciso de sentir que ela de alguma forma se importa com a minha existência. Depois a parte dos meu cérebro parvo cria a história até aos netos, tirando-me o sono. As hormonas oferece…

16 horas.

Trapalhona é assim que me descrevo.
Não sei que tamanho vai ter este texto, mas se queres saber o que se passa dentro de mim podes continuar a ler.

Em toda a minha vida tive problemas de auto-estima, problemas esses me afetam a nível social como "académico". Fazem parte de mim.
Há muitas de pessoas que me deixaram de falar, umas porque nunca gostaram de mim, outras porque se desiludiram comigo, outras porque acham que os feitios não se unem. Eu compreendo, porque não sou uma peça facil, não sou simpática para toda a gente, faço um esforço gigante para me dar com pessoas que têm os defeitos que mais me desagradam e desisto lentamente de quem desiste de mim.
Até os meus 14, 15 anos poucas pessoas conheciam o meu lado divertido e sem vergonha, sempre fui fechada, deixava-me ficar no meu canto, quando me atacavam não me defendia. E isto reflete-se muito naquilo que sou hoje. Hoje, já sou capaz de responder a quem me provoca e não guardo tudo para mim, mas não a 100%.
Existe um …

Portas.

O destino abre as portas e eu não as sei aproveitar. Consigo ser corajosa em mil coisas, não tenho problemas em pedir informações a desconhecidos, não me importo de apresentar trabalhos a frente da turma, não tenho receio de nada disso, desde que essas pessoas que estou a falar não sejam de alguma forma especiais para mim.
Ao longo da minha vida, tive oportunidade de fazer amizade com x e y, pessoas que eu desejava imenso ter na minha vida e acabei por estragar tudo. Começando a afastar-me para conseguir controlar as minhas emoções. Olho para essas pessoas de uma forma especial.
A noite quando me imagino a falar com essas pessoas, consigo ser frontal e tudo corre bem, mas não passa da imaginação.
Este ano tenho oportunidade de falar com a pessoa y, mas provavelmente não vai acontecer. Não tenho auto estima suficiente para ser eu a dar o primeiro passo.
Talvez porque já me desiludi com outras pessoas anteriormente, não sei.