Toda esta aventura começou entre Janeiro ou Fevereiro, quando recebi um e-mail para o mail da universidade a anunciar as inscrições para o voluntariado na associação portuguesa de doentes neuromusculares. Pensei, e voltei a pensar, partilhei a informação com algumas pessoas e acabei por me inscrever sem saber exactamente para onde ía.
Fui seleccionada a cerca de um mês e dias antes de ir, fiquei a saber que uma amiga minha ia também na mesma semana que eu.
Uma semana não chega para sabermos interpretar reações, sorrisos ou maneiras de falar, mas senti que todos nos demos a conhecer. Quando vivemos 24h com as mesmas pessoas seguidamente é impossível não sermos as pessoas que temos na essência.
Fui com o espírito de descoberta e vontade de aprender e foi o que mais fiz. Aprendi tanto com estas pessoas, monitores, voluntários e principalmente com as pessoas que vivem o dia a dia com a doença.
Fui para lá apenas a saber que um doente neuromuscular consegue movimentar-se numa cadeira de…
Fui com o espírito de descoberta e vontade de aprender e foi o que mais fiz. Aprendi tanto com estas pessoas, monitores, voluntários e principalmente com as pessoas que vivem o dia a dia com a doença.
Fui para lá apenas a saber que um doente neuromuscular consegue movimentar-se numa cadeira de…