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Querido 2016, Finalmente!


Não saio daqui enquanto não escrever para ti. Estou confusa com o rumo do meu futuro. Dias importantes aproximam-se e eu tenho enfrentado este rumo aceitando as coisas com pouca garra. Sem constatar estou a deixar ir. Parece que quero perder a responsabilidade que tenho sobre mim e caso corra mal culpo o destino ou algo que se pareça, passando assim o resto do tempo a lamentar-me. Com os últimos acontecimentos fiquei assim paradinha do cérebro. Aliás acho que nunca me senti tão de férias. Tenho passado os dias enrolada nos cobertores ou no sofá ou na cama assistir televisão, produtividade nenhuma. Tipo depressão pré-futuro. Para teres um pouco de noção tenho mil objetivos no inicio dos anos e este ano pensei em 12 com muito esforço para não comer apenas as uvas. O receio de não chegar lá, aquilo que para mim é novo e desconhecido, faz-me nem querer pensar que quero muito. Com experiência nestas andanças sei que o querer permite fazer. Por isso venho por este meio deixar de ser parvinha e lutar pelas oportunidades. Se cair, esta vida funciona no plural, há mais esforço, há mais tentativas. Finalmente entendi, este como li em algum lado, será o ano do 'Finalmente'. 

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