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Mostrando postagens de 2013

50 factos sobre mim em 2013.

1. Aproximei-me imenso da minha avó paterna.
2. Comi mais chocolate que nunca.
3. Ando com as unhas das mãos pintadas.
4. Aprendi a "nadar".
5. Consegui tirar 18 e 19 em testes em química, biologia e matemática.
6. Continuo preguiçosa.
7. Não gosto de lavar a loiça.
8. Tenho o constante desejo de comer amendoins com sal.
9. Toda a minha vida fui da turma A, este ano fui parar a E.
10. Continuo desarrumada.
11. Já vejo filmes com legendas, aprendi controlar o sono.
12. Já não me importa agradar a toda a gente.
13. Quando entro na cozinha sem consciência vou direta ao frigorífico.
14. Os meus dotes culinários só são bons em fritos e grelhados.
15. Num casamento fiquei com o ramo da noiva.
16. Não houve um dia que usasse saia.
17. Não saio de casa sem tomar banho.
18. Andei de cavalo.
19. Fui submetida a uma cirurgia.
20. Tive um cão, o Pepe.
21. Ofereceram-me um peixe, o Sapo.
22. Tornei-me uma profissional a conduzir a mota do meu pai, com ele sentado atrás, caso contrario ac…

Amor

Efectivamente somos difíceis. Olhamos para a vida com a tentativa de ter certezas. Percebemos que não a temos. E desistimos, é quase a base de ser adolescente.
"Como é que conseguem?" era a minha questão. Como é que conseguem ter onze , vinte e quatro, cinquenta e dois anos juntos? Não preciso de estar a falar em casamentos. Simplesmente juntos, unidos pelo sentimento, pelo coração. Quer como amigos quer como namorados.
Não sei, mas achava estranho, como é que o "amor" permanece. Tudo parece ter tempo limitado.
 Isto porque, eu realmente nunca soube o que era o amor. A palavra amar tornou-se uma banalidade que na minha cabeça não era mais do que sentir borboletas na barriga. Confundir o gostar, o apaixonar, com o amar.
Para eu gostar de alguém é fácil, basta ter atenção dessa pessoa, preciso de sentir que ela de alguma forma se importa com a minha existência. Depois a parte dos meu cérebro parvo cria a história até aos netos, tirando-me o sono. As hormonas oferece…

16 horas.

Trapalhona é assim que me descrevo.
Não sei que tamanho vai ter este texto, mas se queres saber o que se passa dentro de mim podes continuar a ler.

Em toda a minha vida tive problemas de auto-estima, problemas esses me afetam a nível social como "académico". Fazem parte de mim.
Há muitas de pessoas que me deixaram de falar, umas porque nunca gostaram de mim, outras porque se desiludiram comigo, outras porque acham que os feitios não se unem. Eu compreendo, porque não sou uma peça facil, não sou simpática para toda a gente, faço um esforço gigante para me dar com pessoas que têm os defeitos que mais me desagradam e desisto lentamente de quem desiste de mim.
Até os meus 14, 15 anos poucas pessoas conheciam o meu lado divertido e sem vergonha, sempre fui fechada, deixava-me ficar no meu canto, quando me atacavam não me defendia. E isto reflete-se muito naquilo que sou hoje. Hoje, já sou capaz de responder a quem me provoca e não guardo tudo para mim, mas não a 100%.
Existe um …

Portas.

O destino abre as portas e eu não as sei aproveitar. Consigo ser corajosa em mil coisas, não tenho problemas em pedir informações a desconhecidos, não me importo de apresentar trabalhos a frente da turma, não tenho receio de nada disso, desde que essas pessoas que estou a falar não sejam de alguma forma especiais para mim.
Ao longo da minha vida, tive oportunidade de fazer amizade com x e y, pessoas que eu desejava imenso ter na minha vida e acabei por estragar tudo. Começando a afastar-me para conseguir controlar as minhas emoções. Olho para essas pessoas de uma forma especial.
A noite quando me imagino a falar com essas pessoas, consigo ser frontal e tudo corre bem, mas não passa da imaginação.
Este ano tenho oportunidade de falar com a pessoa y, mas provavelmente não vai acontecer. Não tenho auto estima suficiente para ser eu a dar o primeiro passo.
Talvez porque já me desiludi com outras pessoas anteriormente, não sei.

Conhece-te.

Faz perguntas a ti mesmo e luta por aquilo que acreditas. Vivemos desde pequenos cheios de riqueza... Nunca nos faltou nada... e agora?
Agora, estas a crescer e sentes dificuldade em entender: a falta de atenção,a destruição mundial,a morte, a culpa, a inveja, e tudo porquê?
Porque eras criança, tranquila e traquina é verdade, mas ingénua, sem noção da realidade.
Na minha opinião conhecemos os outros, mas não a nós mesmos. Não sabemos do que somos capazes... Andamos perdidos. Tudo que faziam por ti, aos poucos deixam de fazer.
Conheceste bem? És supersticioso/a? Se tivesses milionário/a o que faria pelo mundo? Que tipo de amigo/a és? Deixaste dominar pela inveja? Até que ponto és de confiança? Sabes fazer-te respeitar?
Acho que a única maneira de conseguirmos mudar a realidade, passa primeiro por saber quem somos.
Aí sim podemos ter moral. Conhece-te.

Mentiras.

Já reparam que o ser humano é um ser fixe, que quando mente parece que há um sinal que diz que o está a fazer? Em toda a minha vida nunca fui alvo de grandes mentiras, nem nunca menti de algo muito grave. Na minha mente, mentir consiste em dizer algo que não é verdadeiro para não prejudicar o próximo ou para não me prejudicar. No meu caso, utilizo mais a mentira para fazer surpresas e coisas simpáticas para os outros, é uma mentira saudável. Existem pessoas que não perdoam a mentira... Eu tendo em consideração que a pessoa que me mentiu fez-lo para o meu bem não a censuro, talvez porque nunca me mentiram nada muito grave, talvez porque não fui alvo de nenhuma mentira verdadeiramente imperdoável. O que é certo é que quando minto não me sinto bem e acabo por dizer depois a verdade. Acho mais grave mentir para não me prejudicar, visto que, há consequências, no pior dos casos prejudicar outra pessoa. Mentir para não nos prejudicarmos é estúpido, na minha opinião não devemos ter "ver…

Maior Qualidade ?

Todos temos qualidades e defeitos, mas quando nos questionamos sobre isso, chegamos a conclusão que somos simpáticos e divertidos. Todos nós, não com toda a gente, mas isso é como tudo na vida. Agora perguntar uma qualidade, qualidade diferente, que nos torne diferentes, especiais de alguma forma, esta qualidade é complicada de encontrar. A tal de maior qualidade.  Uma qualidade é algo que nos beneficia com os outras pessoas.  Sempre quis escrever sobre este tema , mas até hoje não conhecia nenhuma qualidade em mim acima da simpática e divertida. Decidi fazer de jornalista e cheguei ao pé do meu pai e perguntei: Qual é a minha maior qualidade?  E ele respondeu: A tua maior qualidade é perceberes que as vezes estás errada e tens a capacidade de mudar e remediar as coisas.  Fiquei em choque. Talvez ele tivesse razão, eu estou errada tantas vezes ao dia e percebo isso, que talvez por usar esta qualidade tantas vezes seja a maior e a que mais se distingue aos olhos dele. Até hoje em mim …

Perguntas a mim mesma :)

* Para passar um pouco do tempo desta tarde no sofá decidi responder a umas perguntas!

1. Cidade ou Campo?
Prefiro cidade, sou uma menina da cidade com origens no campo. Gosto do campo mas por um curto período de tempo.
2. Cor preferida? 
Azul.
3. Bebida? Comida? 
Nesta é mais fácil dizer o que não gosto.
4. País? Continente?
Cabo verde, porque sim. Em continentes não tenho preferência, adorava visitar todos.
5. Praia ou Piscina? 
Praia, adoro tudo que tenha haver com praia, e detesto tudo que tenha haver com piscinas publicas no verão. Sou um bocadinho alérgica a relva.
6. Desporto?
Ténis, não dou uma para a caixa, mas adoro.
7. Musica...
Em termos de música não sou esquisita no estilo, sou bastante versátil, no entanto necessito que o vocalista tenha uma boa voz.
8. Uma boa conversa...
Comigo acontece quando sinto que posso dizer o que quiser que não vou ser julgada.
9. Se ganhasse 300.000€
Doava  um quarto do dinheiro a uma instituição. Usa outra parte para comprar uma casa, com muito terr…

Reforma Satisfatória.

Não me imagino com 70 anos, devo ser um pouco mais pequena do que sou agora (dizem que as pessoas mingam), com uns cabelos brancos, a usar todos os dias creme anti rogas. Devo viver num sitio provavelmente diferente numa ilha. De um dia para o outro decidi voltar a esta pequena vila, e rever as minhas origens. Entrei no apartamento que herdei. Um pouco velho, mas com tudo no sitio. O chão um pouco levantado e o pó por todo lado. As telas que pintem em jovem ainda estão no sitio, cheias de cores e criatividade. Andei um pouco mais e encontrei a minha cama.  A cama que sonhava todas as noites em crescer, em atingir um futuro. A cama em que lia todos aqueles livros e escrevia aqueles diários de verão. Procurei, mas não encontrei, onde será que estavam aquelas folhas soltas que escrevia a desabafar? Ninguém sabia, só eu, onde estavam escondidas. Encontrei-as no meio das cassetes do tempo dos réis. E a caixa onde guardava todas as cartas e coisas especiais que fui recebendo? Também lá est…

Problema.

« Quer dizer, estava e não estava numa porção de coisas. Era como se estivesse a meio de caminha a tudo... ou como um pé num lado e o outro noutro. »Tenho a necessidade de perceber o que sinto. Nas ultimas horas andava perdida nos meus pensamentos a tentar perceber o que mudou em mim, a forma como me comporto e a minha opinião. Sem conversar com ninguém quis encontrar a resposta. E o sinal é que encontrei. Num livro que li hoje, a rapariga dizia aquelas palavras. Ao ler, imediatamente identifiquei-me e percebi que aquele também era o meu problema. Na minha vida estou e não estou nas coisas. Não me dou a 100 % a nada e acho que é por isso que não tiro grandes resultados das ações. Faço, começo, crio, mas rapidamente me canso. A fazer isto na minha vida, acabei por me habituar a não ter nada por inteiro. A ser insegura e a concretizar os meus objetivos por um curto período de tempo sem avançar mais. Não sei como vou fazer para tentar contrariar esta minha característica. O certo é que…

O amor...

Hoje estive com a minha mãe e com a minha avó materna a ver fotografias. Houve uma fotografia que a todas nos chamou atenção.
Era uma fotografia pequena, daquelas tipo passe a preto e branco com um belo homem.
Perguntei quem era, e a minha avó respondeu que era o meu avô quando andava na tropa. Por trás da fotografia tinha a sua letra, com uma mensagem para a minha avó.
A minha avó contou que já namoravam antes de ele ir para a tropa e comunicavam por cartas. Vi os olhos dela a brilhar de emoção quase a largar uma lágrima. Tratei de brincar um pouco com a situação dizendo que ela tinha um grande gosto. Ela sorriu, disse que antigamente tinha de ter muito cuidado porque haviam muitas mulheres interessadas nele. Disse ainda que, aquela fotografia era uma recordação que guardava para ela e não a dava a ninguém. E a conversa foi desenrolando...
Não cheguei a conhecer o meu avô, faleceu 1 ano antes de ter nascido. Fiquei a pensar nas palavras da minha avó o resto da tarde, aquele brilho q…

Aguento-me.

Tem sido raro o dia em que não pense que o destino está a gozar comigo. Acordo e já tenho a certeza que algo no decorrer das horas me vai incomodar. Felizmente comecei a adaptar-me as situações. Tento não dar parte fraca, apesar de achar que por vezes faço figura de estúpida.
Lidar com o que a vida me oferece nem sempre é simples, por isso tentar não ser dramática é complicado, mas é possível.
Eu tenho um troque. Passo a citar, Falo comigo mesma e digo: vais reagir da seguinte forma..., respira, mas não fundo pareces parva, continua a conversa com quem estas a falar, sorri e não te desconcentres, depois daqui a 10 segundos ris e pensas na parvoíce que te aconteceu. Simples não é?
Ando aprender a ter controlo sobre mim mesma. É importante.
Acreditem ou não, tem dado resultado. Tenho gostado mais das minhas atitudes a partir  do momento que descobri em mim como aguentar.

Marcas. Cicatrizes.

Há certas coisas que guardo para mim. Assuntos demasiado fortes ao meu ver que afetam na personalidade que tenho. Assustos esses, que acho que as pessoas têm dificuldade em entender. Ou então sou eu que tenho medo que das respostas que me possam dar.
Hoje decidi escrever sobre algo que me incomoda a serio.  Em criança, passei por momentos maus por causa das marcas tenho. Não me lembro especificamente de uma situação, no entanto com o passar dos anos fui ganhando medo de me mostrar e passei a não gostar do que vejo.  Cresci num meio em que toda a gente que conhecia era saudável, e eu era diferente. Tinha uma, duas cicatrizes. Cicatrizes essas que eu não gostava de ver. Revoltava-me ver gente  reclamar com uma pequena mancha que tivesse na pele e eu ficava calada por aquela linha mais clara.  Dizia a minha mãe que só gostava de conhecer pessoas da minha idade que tivessem passado o mesmo que passei e tivessem essas tais marcas e assim me compreendessem.  Fui crescendo a ouvir de ano a a…

Sai.

Um dia escrevo, escrevo sem parar
Tudo que me agonia.
Tudo que me pesa no coração
Tudo que me quero libertar.
Não sei se o faria,
talvez só queira amar.

Acordo de manhã a pensar
o que vou fazer hoje para melhorar
Quero acreditar
No entanto, não consigo falar.

Sinto uma dor aqui perto
pelo desprezo e humilhação
nada é certo
estou farta dessa invasão.

Entras sem palavras
gostas de me machucar
observas
e vais para outro lugar.

Tenho outros assuntos para falar
mas este quase prosa vai ficar.

Dream Team

A uns tempos vi uma serie de desenhos animados, Dream Team, foi uma serie que me marcou e que as vezes para tomar decisões penso no que a personagem principal faria.
Sim é uma seria para crianças mas para mim mostra o que deveria ser a realidade, é um miudo que gosta de futebol mas não tem muito talento para o fazer. Vai para uma escola nova e tenta entrar para a equipa principal e forma grandes amizades. Tem atitudes fantásticas, luta todos os dias pelos seus sonhos e mostra que nunca se deve desistir junto dos seus amigos.
Não sei porque que estou a escrever sobre isto, mas no entanto sinto que nesta vida há qualquer coisa que não estão bem, a situações que me custam a entender. Não percebo porque que ninguém é puro capaz de perdoar, continuar, viver, lutar, não prejudicar.
Não quero criticar, quero reflectir sobre a maldade que por aí passeia.
Só vivemos uma vez. E quero acreditar que existem pessoas boas por aí.

Infinito.

Não acredito no impossível, no entanto tenho algum medo de tentar. Não considero "infinito" idêntico a "para sempre", considero o "infinito" um objetivo  um desejo, um medo, um receio de não conseguir, e uma vontade enorme de tentar e concretizar.
Já concretizei alguns infinitos da minha vida, e a sensação de vitória foi tão boa que andei muito alegre nesse espaço de tempo.
Agora o meu infinito é concretizar o sonho de ser alguém. Ser independente. Ter um curso, uma casa, constituir uma família,  sei que não é já, contudo a chave está nas minhas mãos nos próximos meses, é a minha primeira e ultima oportunidade de conseguir ser alguém.
Entrar no curso que desejo e ir para a universidade que tanto quero é o maior dos meus infinitos. Não o curso não é fácil, não é o que sempre sonhei, porém com ele consigo ajudar pessoas e esse é o meu finito propositado de vida.
O grande problema de tudo se concretizar é a coragem de ir viver para longe, sozinha. Tenho mui…

Mãe!

Dia da Mãe
 Já sei porquê que vou viver tanto tempo… Vou explicar porquê… Para aprender com a pessoa que me trouxe ao mundo. A minha mãe. Uma criatura especial.  Hoje é o dia que todas as mães se comovem com as palavras bonitas e as flores. O dia do ano em que se sentem especiais e ficam felizes por receberem carinho. Eu não sei o que é ser mãe, mas acredito que seja divertido e emocionante. Tentei fazer um poema, algo diferente do habitual, mas descobri que não tenho a capacidade de rimar. Por isso decidi ligar a música (agora não a ouves, mas foi um momento bonito), pegar numa caneta e explicar o quanto és importante na minha vida. Não é por acaso que dizem que o amor de mãe é único. Quando uma criança nasce, também não é por acaso que a deixam passar muito tempo peito da mãe. O conforto, quando estou triste acaba por passar se estiver lá. Não sou muito de ser lamechas contigo, gosto mais de pegar contigo e partilhar a minha forma de ver a vida. Não sou a melhor filha do mundo, nem d…

Coração quente!

Olá mundo, sou a Catarina e estou com uma das melhores sensações do mundo. Tenho uma breve inclinação nas bochechas que so me apetece sorrir. Sorrir nem que seja por hoje, por uma hora ou ate por dias, mas só me apetece sorrir pelos bons momentos que me proporcionam, pelas oportunidades que me aparecem para me por a prova e pelo quentinho  que sinto no coração.  Não, não estou apaixonada, não é que nao queira, mas o quentinho no coração pareceu depois de eu me sentir livre e eu não quero nada que ele desapareça  por isso prefiro estar com os meus amigos e família e mostrar-lhes a minha forma verdadeira de vida.  Existem muitas pessoas por aí desanimadas, com medo do dia de amanhã. O segredo é não pensar antes de dormir, é simplesmente acordar de manhã e dizer: mesmo que apareçam pedras do caminho eu passo por cima delas, vou ser capaz de ser melhor que ontem.  Apresenta-te com um sorriso, e aceita o que te acontece. Assim, vais perceber o quentinho no coração que falo.

Ideias pré-concebidas.

Não, não e não. Tenho dificuldade em entender muitas ocorrências na minha vida. E a uns tempos tenho medo de escrever sobre certos assuntos que me incomodam porque não tenho uma opinião bem formada sobre eles. Tenho vindo a pensar que desistimos uns dos outros muito facilmente. Todos nós. Desistimos das pessoas quando passamos pouco tempo com elas, ou desistimos de as tentar conhecer. Porque, na minha opinião, já vimos educados pela sociedade, que “o que tiver que acontecer, será” e “o destino está traçado e se ainda não o conheci, é porque não deve ser importante” ou até “se já não me fala, é porque nunca me deu grande importância”. E já agora, todos somos o sol e os outros giram a nossa volta. São ideias pré-concebidas que parecendo que não nos afetam nos dias de hoje, fazem com que não nos agarremos com força as ações e aos relacionamentos. São frases muito práticas que nos desculpam de todas as cobardias que temos. E assim sentimos que somos rochas frágeis, muito coitadinhas, …

87 anos.

A minha avó é uma pessoa especial. Em muitas coisas identifico-me com ela. Está comigo de segunda a sexta e gosta de conversar comigo. Conta-me o seu dia, as coisas que a incomoda ... e aos poucos fui conhecendo-a melhor. Comenta os programas de televisão que assiste comigo e faz-me rir imenso. Tem resposta para tudo. E é muito divertida.
Já a vi várias vezes doente, triste e desanimada com todos os problemas que lhe aparecem. Tem pouca força nas pernas e custa-lhe muito andar. Não teve uma vida fácil, cresceu sem pais. No entanto quando fala  desses tempos fala com um grande sorriso na cara, nota-se que não se arrepende. A sua avozinha.
Muitas vezes lembra-se do meu avô e com o olhar dela percebo que o amor duradouro existe e é capaz de sobreviver eternamente.
Teve muitos filhos, mas só conheci 10. Actualmente são 8 vivos.
A minha avó sabe o que é trabalhar,  dá muito valor ao que é dela porque sabe que lutou para ter.
Não gosta quando os filhos estão chateados, e mesmo com esta ida…

De rastos.

Acho que nunca me senti tão cansada. Já passei por tanta coisa na vida, mas nunca desta forma. Os meus dias passam a correr, parece que as minhas noites são 2, 3 min e quando volto a casa já é de noite outra vez. Não tenho tempos livres e quando os tenho, já cheguei ao ponto de não saber como os passar. Este ano, não tive descanso, mas minhas notas vão ser uma porcaria, nada correu bem e eu só me apetece dormir. Tenho-me esforçado para não ficar triste e tento mostrar aos outros que isto é só uma fase e todos vamos superar.   Acordo com umas olheiras do tamanho do mundo, tenho 1000 coisas para fazer e nem sei para onde me virar. Sei que tenho mais um período, o ultimo para decidir a minha vida. Acho estupido, tenho que me esforçar tanto para uma vida sem certezas de conquistas. No entanto não vou desistir, posso estar a dormir em pé, e estar sempre a falhar, mas pelo menos sei que tentei e que não vai ser por falta de esforço no próximo período que as coisas não vão melhorar. Acred…

Diogo ! (:

É um rapaz que mede para cima de um metro e meio. Tem 16 e mostra-se super divertido. É um amigo sem dúvida, sempre pronto a ouvir-me. Detesta Filosofia, no entanto adora argumentar e expressar a sua opinião. Tem a necessidade de observar a felicidade por isso, apoia e ajuda os seus. Tem um estilo de música muito próprio, não ouve qualquer coisa. Não quer saber de opiniões alheias. Não se relaciona com qualquer pessoa, tem que sentir que a pessoa tem algo de especial. Adora francesinhas e fica com inveja quando lhe digo que vai ser a minha refeição. Adora japoneses e fascina-lhe o mundo la fora. Tem um sentido de humor fantástico e adora rir-se a brava. O Diogo é isto e muito mais. É um amigo que um dia irei dar um abraço bem apertado! (:

Ursas ! (:

Tenho-me perguntado o  porquê, que de eu só considerar algumas pessoas, como verdadeiramente minhas amigas, hoje vim falar de 5 dessas pessoas, por ordem alfabética.
Acho que nunca vos disse o que mais gostava em vocês, apesar de vos estar sempre a dizer que vos adoro! A primeira pessoa, é a Ana Luís, mais conhecida por Nani, o que mais gosto em ti é o facto de mostrares que não te importas minimamente com o mundo a tua volta pensa de ti, ages de coração, es simples. Tens um brilho que poucas pessoas conseguem transmitir, tenho a certeza absoluta que vais ser uma grande estrela.
De seguida vens tu Catarina, conheço-te a meses, mas sinto que te conheci a minha vida toda. Sou capaz de passar o dia todo contigo. És o meu pilar da diversão 'conversativa'. Estamos sempre a pegar-nos, e somos felizes. Gosto da tua forma de responder as provocações dos outros. És fantástica.
Juliana, JR, já não é dia sem a tua presença. De segunda a segunda, a contar com o sábado e o domingo. De…

Este texto é para ti.

Para ti que acordas todas manhãs sem saber o motivo. Para ti que achas que tudo te corre mal. Para ti que só te queixas. Para ti que não aproveitas. Para ti que só existes.
Para ti que tal como eu nos últimos tempos pensas que não tens motivos para acreditar na felicidade. Para ti que precisas de um exame de consciência e encontrares a tua paz.
Guia-te pela tua sabedoria e não pela tua queixa. Abre os olhos e procura maneiras para te sentires melhor. Podes chorar, chorar liberta muitas das tuas frustrações, mas só as tuas atitudes é que as limpam de uma forma digna. Perdoa. Não olhes para a pessoa que te magoou com ressentimentos. É difícil? É uma questão de forma de vontade. Não esperes que os outros te façam feliz, se preocupem contigo. Construí tu próprio(a) a tua felicidade. Como? Se não gostares de ti, quem gostará? Faz o que gostas, luta por aquilo que acreditas, dedica-te com força alguma coisa. Falhaste, pelo menos aprendeste. Quando conseguires e acertares a alegria vai apa…

Insegurança.

Quando olho para atrás, vejo os dias que pensei com o coração o que penso hoje. Talvez pela minha insegurança em avançar. Talvez pela certeza que tu também não vais avançar. Basta abrir os olhos todas as manhãs para observar casalinhos, ver serie românticas e ver revistas cheias de paixonetas. E eu? Sou apenas uma rapariga com medo de te olhar nos olhos para não ficar nervosa e atrapalhada. Imaginar momentos contigo? De todos os feitios e cores. Sou assim, acho que as coisas boas, os momentos únicos, só acontecem os outros. É uma insegurança emocional intensa, e o desejo de nos falarmos é enorme, mesmo não tento uma única coisa a dizer-te, a não ser, que não me és indiferente. Vivo num livro, em que este capítulo está a ser bastante caprichoso em colocar a minha personagem confusa com os teus sentimentos em relação a mim. Há parágrafos que vivo nas nuvens e outros que vivo no medo de não dar em nada. Vivo em receio, acabando por fazer um grande filme na minha cabeça como uma catás…

Amizade com rapazes

Diversão, pureza, simplicidade,… Conhecer um rapaz sem esperar segundas intenções para com ele é ótimo. Acabam por ser dois seres com cérebros completamente a lestes que se conhecem e transformam as suas conversas em momentos mágicos, únicos e interessantes. Na cabeça de todos nos achamos estranho que sexos opostos consigam ser verdadeiramente amigos. Mas a verdade é que conseguem. Se és rapariga e tens um amigo rapaz, sabes que o consideras como um apoio, um irmão. Podes desabafar, partilhar opiniões, rir, rir muito! E podes ter a certeza que não está contigo por interesse. Se for teu amigo, vai aceita-te como tu és e não te critica, vai-te defender e não vai comentar o teu aspecto com os amigos. Se comentar, só vai dizer qualidades. Eles são assim quando sentem que é verdadeiro de ambas as partes. Percebes que é teu amigo quando não o consegues imaginar como um namorado de nenhuma forma, mas um irmão de todas as formas possíveis. Uma pessoa que queres ao teu lado para sempre.