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Rutura de amizade.


A ideia do certo e do errado está uma confusão nas nossas cabeças. Usamos a força da razão no ponto de vista que nos faz sentir melhor. Para quê exercer uma força que ela não tem? Há valor nos princípios, ideais, crenças, mas a razão é pesada, pressupõem a diminuição do outro envolvido, resulta em falta de respeito e quebra de relações. 
O redemoinho das internações faz recordar o passado e perceber o que mudou, a frieza que se instalou, a falta de paciência e o constante julgamento da atitude do outro. O clima fica tóxico, difícil  de lidar. Somos donos de nós, não somos donos uns dos outros. Diminui a tentativa de remediar a situação, as pessoas deixam de se ver, deixam de se ligar. Mas com toda a certeza, recordam o quão importantes foram na vida umas das outras, há momentos que tiveram lá. Sentir falta é o que pode renovar, e se o orgulho permitir, a união poderá voltar.
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